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Na Epidata, acreditamos firmemente na construção de equipes de trabalho baseadas em valores como o mérito, a responsabilidade e a diversidade, por meio de políticas que promovam a igualdade de oportunidades. E isso implica compreender que os anos de experiência profissional já não são um fator determinante no momento de selecionar novos talentos. 

Ter “X” anos de experiência profissional, em um mundo tão dinâmico como o atual, não representa um valor em si mesmo. Ao contrário: são os valores humanos e os conhecimentos técnicos que determinam a aptidão de alguém para um cargo, independentemente de quantos anos essa pessoa trabalha da mesma maneira em um setor determinado.

Então, torna-se necessário liderar uma mudança de paradigma nos processos de seleção de pessoal, que implique deixar de promover e realizar buscas de colaboradores sob o critério dos “anos de experiência profissional”, para começarmos a nos concentrar no conhecimento. 

Por esse motivo, na Epidata deixaremos de considerar válidas todas as ofertas de trabalho que se concentrem na “experiência profissional”, discriminando a seleção segundo as variáveis de “tempo”. Convidamos você a conhecer por que acreditamos que o tempo não é professor. 

O tempo não é professor: os valores e as habilidades são mais importantes que os anos de experiência profissional

O mundo do trabalho se caracteriza enormemente por um traço particular: seu dinamismo. Não utilizamos as mesmas aplicações, linguagens nem metodologias de desenvolvimento de 10, 5 e até 2 anos atrás. No fim das contas, a pandemia gerou uma mudança de perspectiva em torno da tecnologia, mas também sobre a forma de trabalhar. 

A partir da pandemia, cada vez mais organizações decidiram construir um melhor lugar de trabalho, orientando-se para o home-office, compreendendo todas as virtudes em produtividade, eficiência e conforto, sem perder de vista o compromisso de assumir novos desafios inovadores para o mercado.

Mas os processos de busca de emprego estão à altura dessa transformação? Parece que não. Consideramos que medir o “valor” profissional de uma pessoa pelos anos que ela vem realizando uma tarefa não faz muito sentido. Na atualidade em que vivemos, avaliar os anos de experiência profissional no momento de contratar alguém poderia ser contraproducente. 

Ter “10 anos de experiência” não significa necessariamente algo relevante para o setor atual. Isso quer dizer que a experiência não vale nada no mercado? Não, muito ao contrário. Segundo a RAE, a experiência é o “conhecimento de algo, ou habilidade para isso, que se adquire ao havê-lo realizado, vivido, sentido ou sofrido uma ou mais vezes.” A experiência é conhecimento e o foco é medir conhecimentos, não os “anos-tarefa”.

Epidata, promovendo a igualdade de oportunidades de trabalho desde 2003

A eliminação das buscas pelo critério de “anos de experiência profissional” é somente uma das maneiras pelas quais vimos promovendo a igualdade de oportunidades desde 2003. Desde então, trabalhamos em várias coisas que decidimos realizar porque realmente acreditamos nelas.

Por exemplo, os “currículos cegos” são outra maneira de evitar a discriminação com base nos anos de experiência profissional, além do sexo e de outros preconceitos. Sentimos que é uma forma de discriminar que se naturalizou no mercado e que é necessário mudar. Por isso, enfatizamos e buscamos que na Epidata não haja discriminação de nenhum tipo.

Assim, os parâmetros de seleção de novos colaboradores baseiam-se apenas nas competências e nos valores da companhia. Isso gerou, por exemplo, que nossa equipe de managers seja uma das mais diversas do mercado, com uma mistura de idades, religiões, gostos, estilos, nacionalidades e com ampla maioria de mulheres.

O conhecimento e o mérito: a chave para continuar crescendo no mundo empresarial

Agora, chegou a vez de deixar de discriminar por “tempo de experiência profissional”. Em um mundo cada vez mais mutável, onde os profissionais têm de se adaptar ao surgimento de novos desafios tecnológicos, a capacidade de transformação e de assimilação de novas competências passa a ser um dos fatores determinantes do âmbito profissional. 

Se desejamos promover a inovação constante no mercado, garantindo desenvolvimentos que transformem a vida de milhões de pessoas, torna-se elementar que os processos de seleção se adaptem à realidade atual. Isso implica retirar o critério de seleção por “anos de experiência”, substituindo-o pelo conhecimento verdadeiro e pela capacidade de adaptação. 

Essa será uma das chaves do futuro do trabalho, que resultará na geração do melhor workplace durante os próximos anos. A vontade de crescer e a aquisição de habilidades técnicas modernas devem ser o guia dos futuros processos de seleção de equipes de trabalho, porque o tempo não é professor.

Sobre a Epidata

Empresa global de capital privado especializada em outsourcing de inovação, dedicada a oferecer serviços de desenvolvimento e design de software, modernização de aplicações, RPA, aprendizado de máquina e Big Data, entre outros. Suas soluções transformam negócios, otimizam operações e geram melhores experiências digitais para clientes e colaboradores.

A Epidata possui alianças com empresas líderes em inovação e conhecimento como Microsoft, GitLab, Mulesoft, Salesforce, Oracle, MariaDB, Red Hat, UiPath e FCEyN – UBA (Universidad de Buenos Aires).

A Epidata opera na Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Uruguai e Estados Unidos (San Francisco, Califórnia), onde conta com um histórico de apoio bem-sucedido a corporações multinacionais como Stanford Research Institute International, JP Morgan, Tenaris, Turner, Telecom, HSBC, Monsanto, Walmart, Asana, entre outras.

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